“A última vez que tinha guiado um monolugar foi na derradeira corrida da GP2 Series, pelo que já foi há algum tempo. Quando isso sucede os músculos do corpo habituam-se a outras rotinas pelo que tive de me preparar o melhor possível fisicamente para este teste.”
“Depois, tentei aprender o mais possível, e julgo que na globalidade realizei um bom trabalho. Guiar um Fórmula 1 é fantástico, então quando se procuram os limites, e as coisas vão evoluindo o prazer de ver o esforço recompensado é ainda maior.”
“Assim sendo, estou feliz pelo meu desempenho, e nem sequer me senti pressionado por estar perto dos tempos do Jenson (Button). A equipa pretendia que eu desse o maior ‘feedback’ possível em termos técnicos, e se era consistente e rápido. Penso que cumpri! Gostava de ir a Jerez mas isso agora depende da equipa.”, concluiu Bruno Senna.








