“Eles [FOTA] conseguiram as regras que queriam e a estabilidade; temos novas equipas e a redução dos custos. Por isso, foi tudo muito útil”, afirmou.
Quanto à decisão de não se recandidatar ao mandato em Outubro, Mosley referiu que essa decisão já estava tomada há alguns meses, embora a mantivesse em segredo por questões relacionadas com o próprio exercício do seu poder.
“A minha saída foi planeada e preparada. No que a mim me diz respeito, as equipas iam sempre livrar-se de mim em Outubro; bem, ainda vão. Toda a gente da minha ‘equipa’ sabia disso há meses, mas obviamente eu não podia dizê-lo publicamente porque no momento em que isso é dito perdemos toda a nossa influência. Agora não preciso da influência, é uma situação satisfatória”, comentou à BBC.
“Pela primeira vez em três anos poderei ter umas férias descansadas. Agora, se o meu sucessor vai ser mais do agrado das equipas ainda se vai descobrir…”, referiu.










