Jean-Éric Vergne não está a realizar a época que esperava para se colocar à margem do que normalmente sucede aos pilotos da Toro Rosso que no final da sua terceira época na equipa não dão o ‘retorno’ que Helmut Marko e os seus pares esperam, quando não antes. O tempo que o francês tem pela frente já não é muito, mas se a decisão de o deixar fora da equipa no final deste ano fosse tomada depois do que se viu em Hungaroring, esta devia fazer pensar muito quem tinha de a tomar.
Tudo porque o seu nono lugar não reflecte de forma nenhuma o que foi a sua corrida, pois durante muitas voltas manteve Nico Rosberg em respeito, sem perder muito tempo para Fernando Alonso – e o francês só pilota um Toro Rosso, que não vale um Mercedes, nem sequer um Ferrari. Sabe que tem o lugar em risco face á iminente chegada de Sainz Jr. á F1, mas mostrou merecer mais uma oportunidade, pois não se impressionou com os nomes de quem o perseguia e não cometeu quaisquer erros sob pressão. Será que é o início de uma forte ‘reação’ ao destino quase certo ou o ‘Grito do Ipiranga’?









