Monza tem o seu lugar praticamente assegurado no calendário do Mundial de Fórmula 1, depois de Ivan Capelli ter tido uma reunião positiva com Bernie Ecclestone no sábado deste GP de Itália. Nos próximos anos vai haver pressão para a saída de corridas do atual calendário, mas para já o Templo da Velocidade deverá manter-se.
A pista foi oficialmente inaugurada a 3 de setembro de 1922 e, logo no dia 10, acolheu a segunda edição do GP de Itália, Desde então, nunca mais parou: recebeu desde corridas de monolugares (‘Formula Libre’, ‘Grand Prix’, F1, F2, F3, Fórmula Junior, F3000, GP2, GP3…) a corridas de carros de ‘Sport’ (o Mundial de Marcas, nos anos 60 e 70, teve em Monza algumas das suas mais belas páginas e lutas, entre os ‘caseiros’ Ferrari e Alfa Romeo e os Porsche e Ford), de GT e de Turismo (ETCC e hoje o WTCC). Hoje, 92 anos e várias alterações (as principais após o acidente de Emilio Materassi, em 1928, nos anos 30 – 1932 e em 1938/39 – nos finais dos anos 40 – quando a pista estava a desfazer-se por… esquecimento! – e quando foram colocadas as chicanes, em 1972) e apesar das ‘ameaças’ de Bernie Ecclestone (claro!) e dos ecologista, o Autodromo Nazionale di Monza está aí… para as retas!








