Ricardo Moura experimentou no fim de semana do Sata/Rali Açores as melhores e as piores sensações. Depois de uma rápida adaptação ao Ford Fiesta R5, o piloto chegou a estar na luta pela vitória nas três primeiras classificativas e no final do primeiro dia de prova.
Contudo, logo na especial de abertura do segundo dia, o campeão nacional não evitou um toque numa pedra numa zona estreita e um tirante da direção cedeu, obrigado ao abandono da prova do ‘Nacional’ de Ralis.
Um balde de água fria para Moura que tinha já 56,7s de vantagem sobre o então segundo classificado João Barros e que com a segunda desistência da época limitou muito as suas possibilidades de renovar o título: “começámos mal, desistindo prematuramente, quando lutava pelo pódio e isso foi dececionante. Em termos de campeonato, se já não tinha muitas esperanças em renovar o título antes do rali, agora ainda acreditamos menos que seja possível”.
Depois da desistência e ao abrigo do ‘Rali 2’, Ricardo Moura e Sancho Eiró regressaram na última etapa do rali e tiraram conclusões positivas em relação ao comportamento do novo carro: “regressámos no último dia, porque público, equipa, organizadores e patrocinadores mereciam ter a oportunidade de ver o Fiesta nos troços açorianos. Quando estava em aberto a luta pela vitória no rali e ainda com pouco conhecimento do carro, conseguimos vencer classificativas, e isso deixou-nos muito animados”, disse Ricardo Moura.
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