João Barros fez, este ano, a sua estreia no Sata Rallye Açores revelando uma rapidez promissora, apesar de não ter conseguido concretizar um dos seus principais objetivos que era somar pontos para o Nacional de Ralis.
Obrigado a trocar a bomba de gasolina do Ford Fiesta R5 logo no primeiro dia, depois de já ter feito um brilharete na Superespecial ‘Grupo Marques’ – onde foi o sexto mais rápido da geral e o mais rápido entre os concorrentes do CNR -, Barros partiu para o segundo dial com uma penalização de 40 segundos devido ao tempo gasto na operação de mudança da bomba de gasolina.
Quando estava cada vez mais rápido nas traiçoeiras especiais dos Açores, o campeão do CPR2 sofreu um toque numa pedra durante a classificativa das Sete Cidades, sendo forçado a desistir com a suspensão do Fiesta partida.
Regressado na etapa seguinte em Rally 2, João Barros concentrou-se em aprender ao máximo mas mesmo assim esteve sempre entre os 10 mais rápidos de cada troço.
Na sua visão, “aquele erro na sexta especial retirou-nos da luta pelos primeiros lugares do Nacional. Pude confirmar que este é um rali belíssimo e sinto que aprendi imenso numa prova que não é fácil para quem não conhece. Fizemos questão de regressar em Rally 2 para podermos acumular experiência e conhecimento destes troços, algo que nos poderá ser importante no futuro. Sinto que a estreia nos Açores foi proveitosa e eu próprio estou um piloto cada mais completo”.
Apesar de tudo o piloto da equipa Fibromade não evitou perder mais terreno para o líder do campeonato, Pedro Meireles, numa altura em que vê chegar as provas de asfalto, o tipo de terreno onde se sente mais à vontade.
Foto: Zoom Motorsport







