Terminou há momentos o prólogo da Baja TT de Idanha-a-Nova. Entre a lista de inscritos conta-se o nome de João Ramos, em Toyota RAV4, que no cômputo das duas passagens terminou em sétimo da geral, a 1m07s do mais rápido, Miguel Barbosa, em Mitsubishi Racing Lancer.
No entanto, o piloto não teve vida fácil, já que, fruto da sua posição no campeonato, e por via dos regulamentos, foi ‘obrigado’ a partir atrás da Isuzu D-Max Proto de Jorge Cardoso, carro de T2, naturalmente muito mais lento que o seu Toyota RAV4 de T1.
A isso junta-se o facto de os pilotos terem partido com apenas um minuto de intervalo entre si, o que fez com que João Ramos ficasse ‘retido’ no pó de Jorge Cardoso, algo que aponta como uma “uma falha da organização, não faz sentido, o pó prejudicou-me muito, andei fora de pista e parei o carro porque podia ter batido em alguém.” O piloto do Toyota acrescenta ainda que “a organização reconsiderou e para a segunda passagem já partimos com dois minutos de diferença. Reconsiderar é sempre positivo.”
Já quanto ao seu RAV4, Ramos explica que tem sido afetado por um problema, ao longo das várias provas, que a equipa ainda não conseguiu identificar. “Em segunda o carro ‘morre’ e ‘dispara’ a seguir, mas não acusa nada no computador”, explicando ainda que “em curvas em que o carro vai lançado”, é ‘obrigado’ a antecipar uma possível perda de rendimento, daí não poder andar com confiança a 100 por cento nessas situações. “Já mudámos muita coisa, mas ainda não identificámos o problema, continuamos à procura”, finaliza João Ramos.









