Andrés Vilariño é um nome icónico da Rampa da Falperra. Este ano, a prova oprganizada pelo Clube Automóvel do Minho e que integra o Campeonato Europeu, Nacional e de Espanha de Montanha, prestou uma homenagem ao piloto espanhol.
Para Vilariño, “é muito difícil exprimir por palavras o que sinto porque a homenagem é sincera e isso é algo muito especial. A minha mãe é basca e o meu pai galego, e sinto que isto é parte da minha terra também, sinto-me muito bem em Portugal. Já venci a Rampa da Falperra cinco vezes (1989 a 1992 e em 2010) e pode ser que não fique por aqui”.
O piloto basco continua a fazer questão de correr na Falperra e confirmou que “desde 1986 participo em todas as edições”. Com quatro títulos de campeão europeu de montanha no bolso, o piloto explica que, hoje em dia “o meu carro (ndr. Norma M20) já é antigo e preciso de o melhorar em termos de material para o Europeu. Tem um motor de 3.000 cc, com 500 cv, proveniente da Nova Zelândia e preparado em França”.
Aos 63 anos, e a correr ao mais alto nível, Vilariño explica o segredo da sua longevidade: “Faço 400 abdominais todos os dias, 200 flexões e 30 minutos de treino de remo. Faço questão de manter esta disciplina”, afirmou.










