Os responsáveis da Fórmula 1, e os chefes das equipas criaram um Grupo de trabalho para estudar formas de dificultar a pilotagem dos monolugares nas próximas temporadas, na tentativa de melhorar o espetáculo, tornando mais suscetível a erros a pilotagem, e ao mesmo tempo tornando a disciplina mais difícil para quem lá quer chegar.
Existe a ideia nas equipas que os adeptos sentem que os carros são fáceis de pilotar, algo que é consubstanciado no facto de jovens como Daniil Kvyat e mais recentemente Max Verstappen, que tem apenas 16 anos, correrem (ou vão correr) pela Toro Rosso. Desta forma o Grupo de trabalho vai estudar mudanças no regulamento, que devem entrar em vigor apenas em 2016. Entre as principais áreas de análise estão os níveis de aderência, a dimensão dos monolugares e o seu desempenho aerodinâmico.
É comummente aceite entre os pilotos que apesar da radical mudança nos regulamentos este ano os F1 não são tão complicados de pilotar como há alguns anos atrás. Alain Prost pronunciou-se sobre este assunto e produziu uma declaração que diz tudo: “Não sei o que vai acontecer com Max Verstappen, mas ele foi capaz de pilotar o F1 sem problemas e isso era completamente impossível no meu tempo pois os carros eram muito mais difíceis de pilotar”, disse o francês ao Autosport inglês.








