Depois do azar que lhe retirou uma vitória mais do que certa na Sardenha, Sébastien Loeb tem agora nova oportunidade de impor a competitividade do C4 WRC em pisos de terra, se bem que na Acrópole, há muitas “nuances” que podem transformar, num ápice, um bom resultado num pesadelo:
«Para nos impormos na Acrópole, é necessário ter um pouco de sorte. O percurso é variado e o perfil das especiais é frequentemente interessante. O inconveniente é que estão por vezes tão destruídas que a corrida equivale a uma lotaria. É sobretudo complicado quando andamos muito depressa, nomeadamente para os pneus», referiu Loeb no que é corroborado por Daniel Elena: «A melhor táctica para completar o maior troço do rali é rebentar um pneu o mais tarde possível!”
D. Sordo: «Na Grécia, todos sofrem: a equipa, a viatura, os pneus…»
Dani Sordo aborda esta última ronda antes da pausa com prudência. «Nunca é fácil correr quando está muito calor. Na Grécia, todos sofrem: a equipa, a viatura, os pneus… É necessário encontrar o melhor compromisso para evitar ficar parado. Este ano, existem muitas especiais novas. Isso é mais favorável para mim, mas não quero entusiasmar-me antes de tempo».
O objectivo fixado por Guy Fréquelin à partida deste encontro é, em poucas palavras, tentar ganhar! «Com a nossa posição nos dois campeonatos», explica, «não podemos querer outra coisa que não seja a vitória. A nossa decepção na Sardenha demonstrou que isto pode acontecer até aos
melhores. Os nossos adversários não estão também imunes a uma dessas desventuras. Agora resta-nos jogar bem as cartas na Acrópole para não comprometer as nossas hipóteses antes de enfrentar a segunda parte da época».







