As máquinas começaram a acelerar na tarde desta quarta-feira, tendo a maioria das equipas aproveitado para testarem os vários componentes da mecânica. Uns tiveram sorte e tudo correu bem, outros nem por isso. É o caso de José Pedro Fontes, piloto da “Vodafone Portugal” e da Fiat, que teve alguns problemas com a caixa de direcção do Punto S2000.
Teve de a substituir, tendo ainda tempo para fazer uma passagem pelo troço de 3,30 kms, melhorando consideravelmente o seu tempo, ficando ainda com boas perspectivas para a prova que se inicia amanhã.
Também o espanhol Garcia-Ojeda, em Peugeot 207 S2000, teve problemas com a viatura, pelo que só conseguiu atingir a melhor prestação já perto das 16:00 horas. Mas o dia era bem melhor para outro português, no caso Bruno Magalhães. O piloto da Peugeot Portugal realizou o melhor tempo (1:52,0), baixando cerca de dois segundos relativamente ao tempo do ano passado (1:54,4), deixando ainda no ar um possível panorama para uma luta formidável com Basso e Navarra pela vitória.
Basso, campeão Europeu e vencedor da prova do ano passado, ficou a escassos sete décimos, fazendo quatro passagens pelo troço, menos duas do que Bruno Magalhães. O líder do IRC, Andrea Navarra, foi terceiro (1:53,6), enquanto Renato Travaglia foi quarto (1:53,8), também o mesmo tempo de Nicoulaz Vouilloz, outro piloto do Peugeot.
Ao nível dos madeirenses, Bernardo Sousa, em Mitsubishi EVO IX, foi 16.º classificado, alcançando o tempo de 1 minutos, 57 segundos e sete décimos. Alexandre Camacho e João Magalhães foram os seguintes na tabela de madeirenses.
Simon Jean-Joseph foi o melhor nos S1600, com 1:55,8, melhor de que muitos Mitsubishi EVO IX, além de ficar com um lugar melhor posicionado do que muitos pilotos de maior cartaz, casos de Dimitar Iliev (líder do Europeu), Freddy Loix, antigo piloto do WRC, e de Berna Casier.
Quanto ao público, como era de esperar, esteve a acompanhar o Shakedown em segurança, em festa, mas sempre longe do perigo.









