Se os ralis mais recentes indicam que os carros R4 são, muitas vezes, mais rápidos em meio segundo por quilómetro do que os mesmos velhos carros da Classe N4, ainda estão algo longe em comparação com os S2000.
O cerne destas conversações está na luta para manter o Mitsubishi Lancer e o Subaru Impreza em posição competitiva nos ralis internacionais, e não sofrer um declínio antecipado destes tradicionais carros de quatro rodas motrizes turbo. A nova classe de carros proposta com o nome R4T (chamados de ‘S2000 dos pobres’), que são essencialmente versões de quatro rodas motrizes dos R3T de tração dianteira e defendidos pela Citroën e Peugeot, são vistos como outra ameaça para os Grupo N. Apenas a Citroën e a Peugeot têm homologados carros R3T com motores 1.6 litros.
O diretor da Mitsubishi Ralliart, Mario Stagni refere que a “Mitsubishi é contra a introdução dessa nova categoria. Estamos a preparar um kit para o novo R4 com o objetivo de permitir a sobrevivência dos carros. A esperança era encontrar estabilidade regulamentar para alguns anos”. Um porta-voz em representação da Subaru disse que “os carros R4T serão uma ameaça se forem mais rápidos. Tudo dependerá dos detalhes das regras em discussão”.
Entretanto, a FIA está a ponderar a viabilidade de uma nova geração de carros S2000 1.6 Turbo. Ainda que estes carros fossem esperados para serem a génese de competições regionais de segundo nível, o custo de utilizar estes carros é muito semelhante ao dos World Rally Cars. Até agora, estes carros continuam banidos dos ralis regionais da FIA e do IRC.
Martin Holmes









