Em declarações proferidas no Autosport International Show, citadas no site da revista britânica Autosport, Symonds referiu que “a maior alteração para 2012 é o facto dos difusores com gases de escape terem chegado ao final. Para as equipas pequenas como a nossa, não é mau. Foi difícil perceber [o sistema] e colocá-lo a funcionar e os novos regulamentos vão tornar tudo um pouco mais simples”.
“A Marussia emprega cerca de 170 pessoas em comparação com as 650 da Red Bull ou 550 da Lotus e Mercedes. É um desafio enorme e temos uma montanha para escalar, mas existe um grande espírito e ambição e estou a gostar bastante”, acrescentou, explicando ainda que a aliança com a McLaren é bastante positiva.
“Era óbvio que tínhamos de fazer qualquer coisa de diferente e que não iríamos cumprir os prazos sem o fazer. Com a McLaren não iremos mudar de forma num instante, mas talvez nos torne mais rápidos”, explicou. Quanto à Fórmula 1 moderna e aos desafios que enfrenta, Symonds entende que o seu futuro está agora mais promissor do que há dez anos atrás.
“A F1 está numa direção melhor do que há dez anos atrás, quando apenas existiam os construtores ou nada. Penso que com o patrocínio do tabaco e, depois, com os construtores, toda a gente se tornou um pouco arrogante”, confessou Symonds, que esteve imenso tempo na Renault antes de se ver envolvido no escândalo relativo ao GP de Singapura de 2008.
“Agora temos o Acordo de Restrição de Custos, que é uma tentativa genuína de reduzir os custos. Também temos o KERS, que quando foi introduzido, pensei que talvez fosse para os outros, mas depois começamos a trabalhar com os sistemas e vemos o seu potencial”, concluiu.











