A Renault conseguiu completar, com todas as suas equipas, um total de mais de 1.300 km nos treinos livres de sexta-feira para o GP da Austrália. Pelo caminho, a Caterham e a Lotus foram as equipas mais problemáticas das fornecidas pelos franceses, com a formação de Tony Fernandes a ter questões eléctricas e de sistema de combustível e os britânicos com uma grande variedade de problemas. No pólo oposto, Red Bull e Toro Rosso parecem ter ultrapassado a crise de pré-época mostrando-se para já fiáveis.
Rob White, vice-diretor técnico da Renault Sport F1, explicou que “hoje conseguimos ultrapassar algumas falhas com certas equipas. O nosso principal objetivo foi afinar os parâmetros e aproximarmo-nos do limite de cada peça. Com algumas equipas, estamos muito mais próximos desse limite”. Já Rémi Taffin, responsável pelas operações de pista da Renault, destacou que “ficámos encorajados com a fiabilidade e desempenho da Red Bull em ambas as sessões, com o Daniel a completar mais do que uma distância de corrida nas duas e o Sebastian perto”. O francês limitou, contudo, os problemas na Lotus e Caterham, sendo que ambas sofreram problemas com a geração de energia (as unidades MGU): “Temos ainda algum caminho a melhorar a pilotagem e a gestão de energia”, realçou Taffin.









