Com a Renault a perder um dos seus clientes, a Lotus, que rubricou um acordo com a Mercedes, a marca francesa fica agora financeiramente dependente da Red Bull para se manter na Fórmula 1. Para além da parceria com a equipa de Milton Keynes, a marca francesa vai continuar a fornecer a Toro Rosso, também propriedade da marca austríaca e a Caterham, que está a entrar na área de influência da Red Bull.
Com Helmut Marko relutante em despedir Jean Eric Vergne, pois parece ter um fraco pelo francês, é cada vez mais provável que Carlos Sainz Jr. faça a sua estreia na F1 com a Caterham, ainda este ou no próximo ano e disso já estiveram a tratar Kolles, Sainz Sr. e o próprio Dr. Marko numa reunião no domingo de manhã em Silverstone. Caso não resulte, como parece ter sido o caso, para já, o espanhol é naturalmente o piloto mais ‘evidente’ para a Toro Rosso em 2015, pois não parece que Helmut Marko tire novo coelho da cartola como fez o ano passado com Daniil Kvyat, quando era claramente António Félix da Costa o piloto mais bem colocado para suceder a Daniel Ricciardo.
Foi também a Red Bull a sugerir que Cyril Abiteboul regressasse a Viry-Châtillon para gerir a fábrica onde os motores da Renault são projectados e construídos, pois apreciou bastante trabalhar com o francês enquanto este esteve na Caterham, equipa á qual a marca austríaca forneceu o KERS e continua a vender as caixas de velocidades.
Fica por saber se a Caterham vai mesmo passar a ser a terceira equipa Red Bull, o que poderá ainda abrir as portas da F1 ao nosso compatriota António Félix da Costa, uma altura em que os jovens Pierre Gasly (WSR) e Alex Lynn (GP3) também estão a mostrar talento para correr nos Grande Prémios e são apoiados pela Red Bull.










