A expectativa era grande relativamente à presença de Joaquim Santos, mas um arreliador problema mecânico fez com que os espectadores só tivessem a oportunidade de ver o Escort passar em duas especiais, o que soube a pouco.
Com um 20º e sexto tempos à geral (quinto e segundo entre os Clássicos) no primeiro e segundo troço, respectivamente, a rapidez das classificativas – em Foz do Cobrão Pedro Peres fez 117,5 km/h de média! – teve razão da mecânica do Escort e o motor acabou por ter uma fuga de óleo que impediu o piloto de completar a terceira especial.
«Tenho pena que este regresso tenha sido tão curto. Ainda conseguimos andar em bom ritmo, mas o problema do motor deitou tudo a perder», explicou Joaquim Santos. Uma participação permanente no Open está ainda por apurar, pois a escassez de patrocínios apenas garante a sua presença até ao próximo Rali Pinhais do Centro.











