Segundo o piloto, “a vantagem de já ter alinhado na prova, não será nenhuma porque o rali é totalmente novo, mas isso não implica que alinhemos menos motivados para conseguir um bom resultado e tentar subir mais na classificação do campeonato”.
Para o piloto, que levará no banco do lado direito do Mitsubishi Lancer Evo 9 Miguel Ramalho, a estratégia é semelhante à das restantes provas em que já participou pois “nas provas do PWRC os resultados nem sempre são reflexo da rapidez e isso significa que temos que fazer a melhor gestão de prova possível para conseguir um bom resultado no final”.
Apesar de matematicamente ainda ter hipóteses de chegar ao título (que poderá ser conquistado antecipadamente por Andreas Aigner, mesmo não estando presente), Armindo considera que chegar ao ceptro “só é possível por milagre pelo que a meta é, até ao fim do ano, apenas trepar alguns lugares na classificação do campeonato”.












