Fiel ao MAN M2000 que estreou na edição de 2007, a piloto do Montijo admite que não é fácil estabelecer um objectivo para esta edição: “Por não ter havido Dakar este ano e, entretanto, terem surgido novos camiões, as referências são muito poucas, sendo difícil situar-me em relação à concorrência. De qualquer forma, gostaria de estar entre os 15 primeiros à chegada, superando o resultado de há dois anos, quando fui 21ª em termos de geral, enquanto ao nível da classe onde se insere o nosso camião (até 10.000 cc de cilindrada) a minha secreta ambição é a de tentar chegar ao pódio, após o sétimo lugar de 2007”, analisa Elisabete Jacinto, naturalmente motivada pelo excelente resultado obtido já este ano no Rali da Tunísia, onde foi segunda da classificação absoluta.
De novo acompanhada por Álvaro Velhinho (navegador) e Marco Cochinho (mecânico), a piloto do Team Oleoban/MAN Portugal revela ainda as suas expectativas para a estreia do novo formato na América do Sul.
“Primeiro que tudo, é importante perceber que o Dakar está bem vivo e que, depois da anulação da anterior edição, a Organização conseguiu encontrar uma alternativa que, tudo indica, será bastante válida. O figurino parece-me consistente e estou também segura que as pistas escolhidas vão permitir aos camiões evidenciarem todo o seu potencial”.












