O piloto tinha desaparecido no domingo, durante a segunda etapa realizada entre Santa Rosa e Puerto Madryn. No comunicado oficial é divulgado que o motard se abrigou à sombra, a cerca de 15 metros da sua moto, tirou o capacete e tinha água e comida.
Ao que se julga, o piloto da Yamaha tinha informado a organização no domingo à tarde, que tinha ficado sem gasolina, mas teria pedido gasolina a outro concorrente de modo a prosseguir. Contudo, a sua posição na estrada não se modificou e as tentativas de contactá-lo revelaram-se infrutíferas.
Entretanto, em Paris a organização foi prevenida do accionamento da “balise” – que como se sabe, serve para casos em que os pilotos se perdem, ou situações de emergência – mas a informação só “regressou” à organização, na Argentina, um dia depois, já na segunda-feira ao início da tarde.
A organização no local, em conjunto com as autoridades, iniciaram as buscas, inicialmente sem sucesso e só na noite passada foi descoberto o piloto, já sem vida:
“A morte de Pascal Terry teve lugar há vários dias e posteriormente houve um grave problema na cadeia de comunicações entre 4 e 5 de Janeiro. Para já, inexplicáveis! A informação da “balise” chegou a Paris a 4 de Janeiro de e a informação só nos chegou dia 5 ao início da tarde.”, referiu Etienne Lavigne, director do Dakar.
Muito naturalmente a polícia local vai proceder a averiguações relativamente as circunstâncias que rodeiam esta morte.











