Pelo menos, para o exterior, é esta a política que para já é assumida pela direcção da equipa, se bem que, muito naturalmente, esta liberdade esteja balizada:
“A única coisa que pedimos aos nossos pilotos é que respeitem os companheiros de equipa, e que não assumam demasiados riscos, de modo a chegarem com os carros até o fim da prova. Nesta altura, a meio da corrida não podemos falar de trabalho de equipa, pois com as diferenças existentes, isso não faz qualquer sentido.”, referiu Nissen.
Carlos Sainz na frente
Como se sabe, Carlos Sainz é o líder da prova, apenas com nove segundos de vantagem para o sul-africano Giniel de Villiers. Em terceiro surge o norte-americano Mark Miller, e atrás da tripla da VW encontra-se o primeiro, e único, homem da Mitsubishi, Nani Roma, a cerca de 30 minutos de diferença do líder.
O “escudeiro” natural dos seus companheiros é Dieper Dipping, que ocupa a nona posição da geral, a quase cinco horas de Sainz, pelo que qualquer problema que suceda com os seus companheiros, o carro do alemão será sempre quem,,em teoria, estará mais perto para ajudar.










