“Com o Clio R3 é tudo melhor e mais fácil. O carro tem imensas potencialidades e é muito mais fácil de guiar que o Citroen C2. Acho que estou perante um carro que tem muito para evoluir, e que, em termos competitivos, poderá estar logo a seguir aos S2000 e aos melhores Grupo N convencionais”, afirmou João Silva, após o seu primeiro contacto com a máquina gaulesa.
Sobre a sua ligação à ARC Sport, o piloto referiu que é uma “evolução em termos competitivos”. “O que me levou a adquirir um Renault Clio R3, foi ter conhecido a ARC Sport, e a partir daí, querer participar num projecto conjunto. Conheci os responsáveis pela equipa no final do Rali da Calheta de 2008, altura em que me convidaram para testar o Clio R3”, explicou João Silva.
Para 2009, João Silva sabe que vai ter de se adaptar ao novo carro. No entanto, e durante os testes efectuados no último sábado, o piloto demonstrou grande segurança e os primeiros sinais de uma boa adaptação à sua nova opção, admitindo que o seu objectivo passa pelo título Júnior.
“O próprio carro obriga a um novo desafio. Acho que posso explorar a todos os níveis o Clio R3, num projecto aliciante que será abraçado no mínimo por um período de dois anos. Penso que estão criadas as bases sólidas para continuar a desenvolver o carro e a minha própria competitividade. Para além de apostar em pleno no Campeonato de Ralis da Madeira, vou tentar participar em algumas provas do Campeonato de Portugal de Ralis, onde até poderei ensaiar uma ou outra incursão em ralis de terra, para aprender a ser mais competitivo”, afirma, o piloto, com ambição fundamentada.
Para além de querer ser campeão júnior, o jovem piloto espera ainda tornar-se muito competitivo entre os R3, explicou, lembrando que as suas referências na Madeira são “Alexandre Camacho e Américo Campos e a nível nacional, o Bruno Magalhães e o Adruzilo Lopes”.










