Há cerca de 40 anos, havia duas maneiras de correr ao mais alto nível. Uma era no Campeonato do Mundo de Pilotos, onde se corria com carros de Fórmula 1. Outra era o Campeonato do Mundo de Marcas, onde se usavam modelos de sport.
Tecnologicamente, eram tão avançados como os F1, mas tinham rodas cobertas e por vezes cockpits fechados. E, às vezes, quando tinham motores grandes o suficiente, eram até mais rápidos que os F1. Estes são os carros que faziam vista nas grandes provas que não começavam por ‘GP’, como as 24 Horas de Le Mans, a BOAC 500 de Brands Hatch, os 1000 km de Spa, as 12 Horas de Sebring ou a Targa Florio.












