O rali ‘Oilibya du Maroc’ terá por base a cidade de Zagora, onde estará instalado o acampamento. Dividida em seis etapas, a prova terá inicio no dia 18 e percorrerá um total de 2278 km dos quais 1580 km de setor seletivo. O seu percurso, extremamente variado, inclui todo o tipo de pistas desde as mais rápidas, às mais lentas e sinuosas, exigindo grande perícia de pilotagem. A areia vai marcar uma presença constante incluindo as pequenas dunetes e as grandes dunas do Erg de Chegaga.
“Este ano a prova apresenta um percurso particularmente difícil. Vamos ter areia macia em quase todas as etapas e, em duas delas, teremos de atravessar o Erg de Chegaga. Trata-se de um ‘mar de areia’ muito extenso onde se verifica uma sucessão de dunas extremamente altas, encadeadas e traiçoeiras, que não nos dão um minuto de descanso”, afirmou Elisabete Jacinto. “O mais pequeno erro de condução na areia significa perder muito tempo pelo que teremos de ser muito rigorosos”, acrescentou.
O rali de Marrocos apresenta também uma estrutura inovadora. Três etapas em linha sem direito a assistência e duas onde os pilotos terão de percorrer o mesmo percurso por duas vezes, usufruindo de uma neutralização de 30 minutos entre as duas voltas. Durante esta neutralização as equipas aproveitarão para fazer pequenos arranjos ao nível da mecânica, comer e descansar. Na última etapa, “Le desert GP”, todas as equipas partirão, ao mesmo tempo, numa ampla planície para efetuar quatro voltas a um circuito de 40 km.












