“Hoje foi um dia difícil pois sentimos alguns problemas ao nível de tração e na primeira especial da tarde, minutos depois de termos percebido que tinha entrado pó na entrada de ar do capot, começou a acender a luz da temperatura. O motor começou a perder rendimento e tivemos que diminuir muito o ritmo”, começou por dizer o piloto de Santo Tirso.
A estreia do MINI WRC na Sardenha poderá não estar a corresponder as expectativas criadas antes da prova mas para Armindo Araújo “é importante verificarmos que temos conseguido resolver alguns pequenos detalhes e que temos margem para melhorar nas próximas provas. Já tinha referido ontem que o facto de não termos conseguido testar as evoluções introduzidas na versão WRC traria muitos condicionantes e de facto esse tem sido o nosso principal ‘handicap’. Temos feito várias alterações de afinações e vou percebendo qual será a mais eficaz para a minha forma de conduzir. O trabalho tem de ser feito aos poucos e não de uma hora para a outra. O MINI WRC está a fazer o seu primeiro rali e temos de encarar esta prova como o primeiro grande teste. Vamos continuar a pensar nesse sentido”, afirmou ainda o piloto luso.









