Se ontem Matos havia sido o sexto melhor no Prólogo, hoje chegou a rodar dentro do top cinco provisório, até que suspeitas de um furo na roda traseira esquerda do Astra Proto o levaram a perder cerca de quatro minutos.
“A cerca de 50 km do fim, o carro começou a ter um comportamento estranho, como se de um furo se tratasse, pois tinha dificuldade em controlar a traseira nas travagens mais fortes. Chegámos a parar duas vezes e numa delas até a ensaiar a mudança do pneu. Mas a verdade é que não havia qualquer furo”, contou o piloto à chegada, lamentando os mais de quatro minutos perdidos com este percalço.
“A explicação é que devemos ter dado um pequeno toque numa pedra, o suficiente para desalinhar a roda e deixar o carro praticamente impossível de guiar até final. Foi pena porque estava a divertir-me imenso, aproveitando o facto de este ser um troço rápido e com muita condução. De qualquer forma, o balanço no final deste segundo dia de prova só pode ser amplamente positivo, uma vez que andámos regularmente ao nível dos mais rápidos e à frente de adversários que dispõem de carros oficiais”, destacou ainda o piloto, lembrando que atrás de si estão pilotos como Jean-Louis Schlesser.













