Pedro Meireles voltou a não ter um fim de semana fácil na sexta prova do CPR. Num rali onde o piloto queria mostrar que a sua posição no campeonato apenas se deve aos muitos azares que o têm acompanhado, não foi ainda desta que o Mitsubishi cooperou com o piloto vimaranense. Mais um problema mecânico manchou a boa prestação que o piloto teve no rali e atirou-o para a sexta posição numa altura em que este estava no segundo lugar bastante perto da liderança.
Mário Castro, seu navegador confessa que ” realmente começamos a não ter palavras para o que nos tem acontecido. Empenhamo-nos ao máximo para todas as provas pois sabemos que temos andamento para lutar pela vitória mas acontece sempre algo que nos impossibilita de obter um bom resultado. Queríamos lutar pelo pódio neste rali e apesar da falta de quilómetros que temos no carro relativamente aos nos mais diretos adversários conseguimos imprimir um bom ritmo logo na primeira especial. Estávamos confiantes para as classificativas novas da prova e aumentámos o ritmo mas uma jante empenada provocava uma grande vibração em todo o carro e como não sabíamos o que seria optamos por aliviar um pouco o andamento ao longo da quarta especial mas ainda assim mantivemos a segunda posição”.
Para a parte da tarde estava tudo em aberto e Pedro Meireles estava disposto a atacar pois não tinha nada a perder no campeonato mas ” logo a meio da quinta especial soltou-se um tubo provocando a perda de potência do motor. Fizemos ainda o sexto troço sem potência e com isso perdemos cerca de minuto e meio e todas a hipóteses de lutar por um lugar no pódio ou até mesmo pela vitória. Daí para a frente limitamo-nos a levar o carro até ao fim pois não queria desistir novamente e acabamos no sexto lugar e quinto do CPR”, referiu o piloto. A penúltima prova será em Mortágua e o Team JMC / Galp Formula estará presente com o intuito de lutar pelo pódio.









