Bruno Magalhães chegou ao fim da manhã de hoje do Rali de Chipre no quinto lugar, terceiro entre os concorrentes do Europeu de Ralis, depois de ter conseguido dois sextos e um quarto lugar nos três troços até aqui realizados.
O AutoSport sabe que à partida desta prova o piloto luso enfrentou desde logo uma forte contrariedade, já que o combustível que a equipa levou para Chipre ficou retido na alfândega e Bruno Magalhães tem vindo a utilizar combustível distinto do que o seu Peugeot 208 T16 utiliza habitualmente e para o qual o mapeamento do motor está feito. Se nas rotações mais baixas a diferença não se faz sentir tanto, nas zonas de alta velocidade e onde a potência é mais necessária, Bruno Magalhães perde muito para os seus adversários.
De qualquer forma e tendo em conta a especificidade desta prova, com pisos mistos de asfalto e terra, a afinação não é fácil: “O carro está hoje bem melhor, com maior aderência pois a equipa realizou um bom trabalho com a afinação” disse Bruno Magalhães que no derradeiro troço antes da assistência bateu numa grande pedra, numa especial muito difícil para o seu carro.
Lá na frente, Yazeed Al Rajhi voltou a colocar o seu Ford Fiesta S2000 no topo da classificação, já que K. Kajetanowicz teve problemas com o motor e turbo do Ford Fiesta R5, atrasando-se, e já está a 35.6s do líder. A. Al-Kuwari (Ford Fiesta S2000) é terceiro a 1m01.0s e K. Al Qassimi (Citroën DS3 S2000) quarto a 1m37.4s. Bruno Magalhães está logo atrás a cerca de um minuto.










