“Estou na minha casa em Tuuri, na Finlândia. Devo dizer que estou bem. Não tenho dores no meu braço esquerdo, mas ainda tenho uma cinta de proteção à sua volta, pelo que não posso utilizá-lo. Psicologicamente também estou bastante bem. É uma enorme deceção não poder competir na Argentina mas por outro lado quando regressar na Grécia estarei mais motivado do que nunca”, começa por referir o piloto da Ford, que recorda que logo após a queda sentiu “uma grande, grande dor”.
“Na verdade, a Argentina teria sido possível. O problema eram os reconhecimentos. Precisava de duas semanas entre a operação e o início dos reconhecimentos para tentar lá estar, mas estava três dias atrasado. Mas, sinceramente, seria um grande esforço para o braço ao longo de três dias muito compridos e não posso arriscar. Os médicos disseram que se acontecesse algo de errado com a placa de metal e com os parafusos teria de se repetir todo o procedimento e demoraria dois ou três meses a recuperar. Era melhor perder um rali do que o resto da temporada”, afirmou Latvala, que espera estar a postos para os testes da Ford antes do Rali da Grécia.
“Os médicos estão confiantes de que estarei nas melhores condições. O único problema será a dor. Não sei como será mas tenho de viver com isso e esperar que não cause problemas.Posso sempre tomar analgésicos”, acrescentou.
Quanto ao seu substituto para a prova argentina, que será Dani Sordo, o finlandês admitiu que “o Dani já pilotou bem na Argentina antes e mostrou grande rapidez em Portugal. Sabemos que ele é muito rápido e acredito que o Ford é um carro muito forte e a equipa também. O Dani tem todas as possibilidades para estar no pódio”.










