Desiludido com este resultado, Armindo Araújo lembra que “tentamos desde o início do rali poupar ao máximo a mecânica do MINI pois sabíamos que a dureza das estradas poderia trazer problemas. Mesmo com um ritmo cauteloso, começamos a sentir uma vibração forte no início da 15ª especial e poucos quilómetros depois fomos obrigados a parar. Percebi que era um problema num braço da direção do lado esquerdo e não podíamos continuar. A fiabilidade do MINI neste tipo de condições ainda está longe do ideal e teremos que continuar a trabalhar este fator”, começou por referir.
Ao abrigo do sistema “Rali 2”, Armindo Araújo e Miguel Ramalho deverão regressar, amanhã, à competição. “Só quando regressarmos à assistência poderemos perceber se este problema é facilmente resolúvel e só depois saberemos se voltaremos ao rali. Tudo aponta para que isso aconteça”, concluiu.









