Mesmo não tendo grande ritmo competitivo em virtude do muito tempo de inatividade, Magalhães mostrou-se em muito boa forma desde o início do dia, passando para o comando logo no primeiro troço da etapa com uma entrada ‘em força’. Depois, viu um dos seus adversários atrasar-se, já que Juho Hanninen perdeu mais de 45 segundos devido a um furo num dos pneus do seu Skoda Fabia S2000.
A principal oposição veio, assim, de Vitor Sá, igualmente com um Peugeot 207 S2000, que passou a ocupar a segunda posição face ao atraso de Hanninen, embora também ele tenha vindo a perder tempo para o ex-piloto da extinta Peugeot Sport Portugal. Desta forma, terminou o dia a 10,2 segundos da frente, acabando por recuperar algum tempo (4,2 segundos) na derradeira especial da etapa.
Quanto a Hanninen, caiu para o quinto posto na sequência do furo matinal, mas depressa recuperou até ao terceiro posto, embora não consiga ganhar muito tempo a Magalhães, pelo que está a 48,5 segundos do comandante. Também em recuperação, Luca Betti (Peugeot 207 S2000) já é quarto, depois de ter tido a mesma ‘sorte’ de Hanninen, quando furou um dos pneus do seu carro, descendo para o oitavo posto. Apesar da recuperação, Betti não tem demonstrado o mesmo ritmo que os pilotos da frente, encontrando-se bastante longe do pódio.
Filipe Freitas vinha a fazer uma grande prova com o seu Mitsubishi Lancer Evo X, estando na calha para terminar o dia com o quinto lugar, mas um problema mecânico na derradeira especial obrigou-o a desistir. Assim, António Nunes, em carro idêntico, ficou com a quinta posição e herdou o comando entre os carros do Grupo N, logo na frente de João Magalhães, com mais um Lancer Evo X, e de Ricardo Moura (Lancer Evo IX), com o campeão nacional a encontrar-se muito longe de Magalhães.
Classificação online aqui
.








