Aquele responsável recorda que Portugal atravessa um momento bastante complicado e que como tal, ainda nada está decidido: “Eu próprio disse que o Governo de Portugal tem outras prioridades, que não essas. Agora, trata-se de um evento importante para o País, como outros”, referiu em declarações à Agência Lusa, enfatizando que tudo está em aberto.
“Com certeza que pode não haver, como haver. Vamos ver se há condições que sejam aceitáveis para todas as partes. A secretaria de Estado do Turismo vai dizer de sua justiça. Agora, não faço nenhuma prova cujos resultados sejam depois negativos”, asseverou Piedade, que assume o prazo limite para a obtenção do acordo até fevereiro.











