Já está nas bancas a edição mensal do Autosport mensal Nº 5, cujo tema principal é o ano de 1986 “O ano mais extraordinário”, uma ‘casta’ com muita paixão, polémica, tragédias e muita emoção, como por exemplo a definição do Campeão do Mundo de F1 na Austrália. António Simões, diretor da ASM Team é o editor convidado, ele que foi o precursor da odisseia dos portugueses dos automóveis no estrangeiro. Nas histórias que aquecem o mês, destaque natural para a passagem de António Félix da Costa para a Red Bull, o regresso da Mazda a Le Mans, recordamos o antigo piloto Nuno Pinto, agora “treinador na box”, e um assunto muito ‘quente’ que promete fazer correr muita tinta nos próximos tempos, as contas da FPAK, que foram chumbadas pelos seus associados. A pergunta está feita: “Porque é que só agora os associados ‘despertaram’ as suas adormecidas consciências? As primeiras respostas pode lê-las nesta mesma edição, com o presidente da FPAK a defender-se e, por exemplo, Pedro Matos Chaves, na sua crónica a apelidar a FPAK um “Great place to work”. Na área da Pole Position, pedimos a Peter Sauber que nos falasse dos 22 pilotos que passaram pela sua equipa. Curioso, no mínimo. Luís Vasconcelos conta o que tem sido a animada F1 em 2012 numa revista onde não falta Michel Vaillant. Passámos um fim de semana com Tiago Monteiro nas corridas e entrevistámos Stéphane Rattel, a cara do Mundial de GT1 e Yves Matton, o novo diretor da Citroen Racing. Terminamos com a Bandeira de Xadrez onde recordamos, para memória futura, tudo o que se passou durante o mês nas corridas. Portanto, muito para ler em mais uma edição mensal do Autosport.










