O catalão assumiu o comando da classificação a partir do segundo sector, após ultrapassar um demasiado cauteloso Nelson Clemente na estrada e na sequência do despiste protagonizado por Francisco Esperto, numa altura em que o regressado piloto de Rio Maior seguia no pó do seu adversário do Nissan Pathfinder e já na posição de virtual líder da classe.
Com Pedro Silva Nunes e Mário Dinis Lucas a juntarem também o seu nome ao rol de abandonos, ambos por falha no corta-corrente dos respectivos Pajero, as posições cimeiras ficariam decididas logo no final da segunda etapa, pese embora Clemente ter ainda decido protestar, em vão, a legalidade do Pajero de Termens, já após o final, apontando irregularidade nos pontos de ancoragem da suspensão. Indeferido o protesto pelo CCD, o piloto do Team BP Ultimate Castrol Team decidiu não apelar da decisão, numa prova em que somou os primeiros pontos para o campeonato: “Sob essa perspectiva, objectivo cumprido”. O mesmo discurso para o seu colega de equipa, Jorge Plácido Simões, segundo melhor luso de uma categoria que é agora liderada em termos de campeonato pelo surpreendente José Gonçalves, ele que ao quarto lugar em Reguengos, na estreia absoluta do Pajero DiD, juntou agora um precioso oitavo no Algarve, terceiro entre os portugueses.












