A vida dos dois pilotos das motos do Lagos Team, foi bem diferente de Carlos Sousa. Enquanto Hélder Rodrigues optou por uma toda calma, de forma a fugir às muitas armadilhas do percurso, Rúben Faria partiu motor da Honda, caindo para os últimos lugares da classificação:
Para Hélder Rodrigues: “Este tipo de provas nunca é muito bom ser dos primeiros a abrir a estrada. Gostei do percurso, mas era todo em areia e com muitos buracos, o que me obrigou a ter um pouco de cuidado. O 28º lugar não é famoso, mas sei bem o que tenho da fazer para ganhar posições amanhã” referiu tranquilo o piloto do Lagos Team, confiante que terá um melhor desempenho a partir da segunda etapa.
Treze foi número do azar para Ruben Faria
Já Ruben Faria não escondia o desânimo por este grande azar: “Foi uma grande desilusão, o motor partir no sétimo quilómetro da especial. Não é normal. Vou substitui-lo, mas não me livro de uma penalização e de ficar bem longe dos lugares que ambicionava. Estou triste, mas mesmo no fim do pelotão, vou tentar fazer bons tempos nas especiais. Parece que o nº 13 não me deu mesmo sorte nenhuma,” lembrou o piloto, que amanhã deve ser o último motard a partir para esta prova organizada pela ASO.












