Rodrigo Amaral vai marcar presença no Rally Optic 2000 Tunisie, primeira etapa da Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno e que vai para a estrada no próximo dia 23. Marselha será o local de partida desta grande aventura que irá passar por três países ao longo de mais de quatro mil quilómetros (4123km). Com quase uma centena de motos e outra de automóveis inscritos, o Rali da Tunísia afigura-se como o mais importante rali africano do ano, cancelado que foi o Lisboa-Dakar.
Apesar do revés que foi não poder participar na prova organizada pela ASO, Rodrigo Amaral não baixou os braços e preparou-se para esta maratona, em detrimento da denominada Dakar Series, tal como fizeram mais seis outros pilotos nacionais. “As datas das duas provas coincidem em determinada fase e nós só poderíamos participar numa. Em função da nossa própria expectativa e do trabalho que realizámos no Bowler Wildcat a preferência pela Tunísia era quase óbvia”, começou por revelar Rodrigo Amaral, reforçando: “Temos o carro preparado para as dunas e para o deserto africano. Não fazia sentido ir para o centro da Europa.”
Para o piloto da Sical Challenge Team, a “expectativa é grande” antes da partida. “Queremos muito começar a prova. Preparámo-nos muito física e mentalmente para enfrentar as dificuldades que acredito iremos enfrentar. Mas vai ser óptimo regressar ao deserto”, disse Rodrigo Amaral, traçando os objectivos para o rali: “Queremos fazer uma boa figura. Isso passa por andar depressa e ficar nos 20 primeiros da geral. Depois se a isso conseguirmos juntar o ‘título’ de melhor português será óptimo. Foi nesse sentido que fizemos testes e melhorámos o carro. Penso que ele neste momento está fantástico.”











