Na super-especial de abertura, disputada na zona de Abrantes, o piloto de Almada efectuou um pião, do qual resultou a perda de 20 segundos. Com isso, Sousa viu-se obrigado a largar para o sector selectivo da tarde, realizado nos arredores de Castelo Branco, apenas no 10º posto da geral.
Devido a isso, perdeu muito tempo no pó de outros concorrentes, terminando o dia apenas no quarto lugar, mas mesmo assim segundo de entre os pilotos que marcam pontos para o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno.
“Ainda falta muita corrida”, começou por considerar o piloto. “De manhã, na super-especial fizemos um pião e deixámos o carro ir abaixo duas vezes quando o tentávamos colocar no sentido correcto, tarefa que ficou também mais complicada devido ao pó que levantámos. Com esse percalço perdemos cerca de 20 segundos, o que em pouco mais de dois quilómetros ditou um atraso muito grande na ordem de partida”, afirmou Carlos Sousa.
O líder do CPTT começou da melhor forma o Sector Selectivo da tarde, mas depois “começámos a apanhar muito pó e pilotos que dificultaram as ultrapassagens. Na fase inicial, conseguimos ser os mais rápidos em pista, mas depois isso foi impossível. Acabámos por perder muito tempo, mas já estamos em quarto e ainda falta muita corrida. Amanhã vamos arrancar numa posição melhor e espero conseguir imprimir um ritmo forte que nos permita recuperar pelo menos parte do atraso”, rematou o piloto.
O Rali Transibérico ruma amanhã até território espanhol. Serão duas passagens por um Sector Selectivo de pouco mais de 140 quilómetros, com partida e chegada em Valverde del Fresno, sendo que a etapa vai terminar em Mérida.












