Há três anos, a FPAK escolheu a Startsign para revitalizar o Campeonato Open de Ralis e torná-lo uma alternativa credível e mais barata ao Nacional. No meio de uma conjuntura económica pouco favorável, a equipa liderada por Mex Machado dos Santos transformou a competição, injectou-lhe dinamismo e aumentou a exposição mediática de pilotos e patrocinadores. As listas de inscritos acompanharam a melhoria e chegou a assistir-se a uma prova com mais de 100 concorrentes.
Agora, na última época do contrato de três anos celebrado com a FPAK, Mex dos Santos aponta este como o ano de consolidação do “novo” Open. “Continuámos a ser o campeonato com mais inscritos, tivemos cerca de um milhão de euros de retorno publicitário e temos parcerias com empresas credíveis, como a Beta, a Abarth e a BF Goodrich”, analisou o piloto/promotor. “No início do ano, tivemos de ser persistentes para que os Mitsubishi Lancer Evo VI fossem aceites no campeonato, mas depois chegamos a ter provas com nove carros desses e 14 viaturas de tracção integral, portanto foi mais uma aposta ganha”.
Para um observador externo, o (bom) trabalho do promotor é visível em pormenores como a colocação de placas com indicações para os troços, ou uma tenda da Beta com música nos parques de assistência, sinais de uma constante preocupação com o público que, naturalmente, correspondeu quer na última prova em Gondomar como nas anteriores provas. Segundo Vítor Carvalho, outro dos responsáveis da Startsign, “cumprimos inteiramente o desafio lançado pela Federação e a prova disso foi que este ano também nos atribuíram o CPR2. Caso os nossos patrocinadores se mantenham, temos todas as condições para continuar este trabalho em 2010”, prometeu.












