Sem ter os meios para saldar algumas dívidas e sem orçamento aprovado para a edição deste ano, a equipa liderada por Paulo Fontes quer, acima de tudo, colocar o rali na estrada entre os dias 26 e 28 de julho até porque as penalizações, caso a prova não fosse realizada, seriam demasiado pesadas para aquela organização na atual conjuntura económica.
Os organizadores não colocam mesmo de parte a possibilidade de o rali não contar à partida com concorrentes estrangeiros. Para além do peso orçamental das deslocações, o CSM tem ainda pela frente a dificuldade de conseguir transporte para as equipas e toda a sua estrutura logística pois a Naviera Armas, responsável por esta operação nos últimos anos com um ‘ferryboat’, deixou recentemente a linha regular entre Portimão e o Funchal.
João F. Faria










