Sébastien Loeb completa hoje 39 anos, aquele que é um dos maiores, senão o maior piloto de ralis de sempre. Depois de disputar as duas primeiras provas do WRC 2013, o piloto francês entrou de férias e só regressa na Argentina, para a terceira de quatro provas do ano. Algum dia o francês teria de se retirar dos ralis, mas pelo que se viu em Monte Carlo e na Suécia, ainda tinha muito para dar ao WRC. O problema é que há muito que o WRC tinha deixado de ‘dar luta’ a Sébastien Loeb, e quem com ele foi falando ao longo destes últimos anos percebeu que já não era fácil ao francês manter-se motivado.
Os títulos foram surgindo naturalmente, mas depois de 2009 quando bateu Mikko Hirvonen por um ponto, ao invés de se convencer a continuar, já teve de ser convencido. A motivação já não era a mesma. Por isso não foi de estranhar vê-lo despistar-se no Rali de Portugal o ano passado e no dia seguinte já estar no pit wall da sua equipa Sébastien Loeb Racing em França, ou depois em Itália, não regressar no segundo dia depois de um acidente, porque “já não havia nada para ganhar”. Assegurou o nono título com a habitual competência, mas anunciou o fim da sua carreira em regime de full time no WRC. A grande questão é? Vamos ter saudades?












