NASCAR: Kyle Larson despedido
A Chip Ganassi Racing despediu Kyle Larson, seu piloto na NASCAR Cup Series, na sequência da suspensão por tempo indeterminado que tinha sido alvo, resultando do facto de ter sido ouvido a chamar ‘nigger’ (insulto racial, que em Portugal corresponde a ‘preto’, black, em inglês, equivale a negro) durante uma prova de eSports. A Ganassi divulgou uma declaração: “Depois de muita ponderação, a Chip Ganassi Racing decidiu terminar a sua relação com o piloto Kyle Larson. Como dissemos anteriormente, os comentários que Kyle fez foram ao mesmo tempo ofensivos e inaceitáveis, especialmente tendo em conta os valores da nossa organização. Ao avaliarmos a situação com todas as partes relevantes, tornou-se óbvio que esta era a única linha de ação a tomar”. Também a equipa Chevy se pronunciou: “A Chevrolet não tolera o comportamento inadequado demonstrado por Kyle Larson. Como resultado, a Chevrolet termina imediatamente a sua relação com o Sr. Larson”.
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI





Fast Turtle
14 Abril, 2020 at 23:21
Quando acabará esta hipocrisia??
Videoclips a montes com a palavra bigger. Filmes onde a palavra é constantemente repetida e depois há disto… Enfim…
Há medias que escrevem n-Word… Tanta falta de coerência… Quero os ver a mandar vir com os cantores e cinematográficos que tanto usam a palavra.
Honda Power
15 Abril, 2020 at 1:30
A eSports é bastante restrita no uso de palavras ofensivas, portanto é mais do que lógico toda esta situação. Parabéns á Chip Ganassi Racing por dar o exemplo. Já chega de racismo. As pessoas são todas iguais e não teem de ser catalogadas pela sua cor. Assim como o xenofobismo existente no nosso pais, onde a palavra “mouro” é o exemplo maior. O mais incrível é que o racistas e xenófobos arranjam sempre desculpa do tipo “chamar branco não é racismo, porque preto há de ser?”. Incrível como certas mentalidades ainda pertencem á idade média…
Lisboa
15 Abril, 2020 at 2:13
Nigger não corresponde a preto em Portugal. Nunca correspondeu, nem nunca corresponderá.
Nigger é um insulto racial sim senhor, mas preto, não é um insulto racial em Portugal. Pode ser usado como tal, mas também a palavra negro, castanho ou mesmo escuro, podem ser usados como referências racistas dependendo do contexto e adjectivação, no entanto a palavra isolada nunca acarreta o mesmo estigma de nigger.
Em Portugal, nigger seria como chamar macaco a uma pessoa negra, pois ambas são palavras que quando usadas, sempre acarretam uma conotação racista em que consideramos o outro, por ter uma pigmentação de pele mais escura, como uma espécie subdesenvolvida.
Não traduzam nigger para preto, pois é carregar uma palavra corriqueira de uso normal e diário, numa palavra tabu. Caso contrário amanhã não podemos dizer que existem carros pretos.
Para mais, a palavra nigger, traça as suas raízes à palavra ou expressão, usada pelos primeiros europeus, prê língua latina, para se referirem à noite.
Infelizmente, durante a escravatura norte-americana, os sulistas analfabetos, devido aos dialetos em inglês mal amanhados, tinham dificuldade em dizer de forma perceptível “nigro” (esta sim, uma tradução de negro em português) e devido a isso, diziam nigger.
É por isso, que a palavra nigger tem e acarreta uma conotação tão racista.
No entanto, exista também uma expressão extremamente similar que é muito usual na cultura afro-americana, que é nigga, que é usada como abreviatura ou shortcut para “home-boy”, em português, “bacano”.
É esta a variação que o Larson diz a um amigo que estava a jogar com ele.
Ele não insultou ninguém, nem foi racista. Foi infelizmente, descuidado e numa sociedade em que a esquerda liberal não consegue punir o Trump, este sim racista, agarram-se a qualquer coisa para conseguir os votos da comunidade afro descendente.
Como o sr.JLA pode constatar, não é difícil dar uma notícia e contextualizar os leitores.
O Larson não foi despedido por ser racista, foi despedido pot ser uma vítima dos lobbies liberais que apenas se importam com o tacho do Senado americano, nada mais.
Não sejas CMTV autosport, sê factual, imparcial e acima de tudo, honesto, os leitores merecem a “estória” e não as meias verdades sensacionalistas.
José Luis Abreu
15 Abril, 2020 at 8:21
Pode dar as justificações que quiser relativamente ao que o Kyle Larson disse ou não disse, pode dizer que “Ele não insultou ninguém, nem foi racista”, mas a verdade é que foi despedido. E não se incomode mais com mais argumentos, pois foi a primeira e última vez que me pronunciei sobre isto.
Sem me alongar muito, aqui ficam dois links insuspeitos
https://www.publico.pt/2008/08/28/jornal/negro-preto-ofensivo–ou-natural-273914
https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/negropretoafricano/380
Lisboa
15 Abril, 2020 at 10:54
A sua tarefa como jornalista ou mesmo cronista, pois é assim que o vejo, não deveria ser fazer copy-paste de notícias e dar vagas e incompletas notícias, mas sim expor a verdade tal qual ela aconteceu.
Escrever uma notícia em que escreve que o Kyle Larson foi despedido por dizer a palavra (aparentemente censurada em Portugal) “p…”, vai fazer com que leitores que não sabem o que realmente se passou, façam julgamentos errados do piloto e do que aconteceu.
A sua tarefa seria expor o episódio e explicar as ramificações do mesmo.
Falhou redondamente nisto.
No entanto, num artigo de opinião sobre simracing, ui, foram parágrafos e parágrafos sobre o assunto.
Mas pronto, continuo com os copy-paste e com os links.
E não preciso de resposta, eu sei que não sou o seu velho amigo Juxpot, mas até ele sabe o verdadeiro significado de nigger e que de nada se assemelha a dizer preto. Pois preto em português, não acarreta nenhuma conotação racista, é apenas uma palavra com múltiplas dimensões, agora nigger, essa só tem uma dimensão.
Talvez esteja na altura de voltar à escola, visto que a sua argumentação é responder com links.
Vá em paz e tenha cuidado com o COVID-19.
Pity
15 Abril, 2020 at 10:30
O mais engraçado nisto tudo, é ter acontecido num país em que ainda há meia dúzia de anos, passe o exagero, existia a segregação racial… Foram do oito ao oitenta, ainda bem.
Scb
15 Abril, 2020 at 12:05
Imaginem que era uma mulher. Era logo abuso sexual.
Fast Turtle
15 Abril, 2020 at 19:34
E numa competição onde há tanta violancia gratuita nas corridas e ninguém é penalizado.
Para mim ha aqui muita hipocrisia…