Fórmula E em Nova Iorque: Triunfo de Sam Bird, boa recuperação de Félix da Costa
Sam Bird venceu a primeira corrida de Fórmula E em Nova Iorque, num dia em que António Félix da Costa foi 12º, perto dos pontos, depois de ter arrancado na 18ª posição. Na frente da corrida, um grande luta entre Bird e Jean-Eric Vergne, que lutaram até ao fim pelo triunfo, com o piloto da DS Virgin a terminar com 1.3s de avanço para o seu adversário.
Daniel Abt foi o primeiro líder, depois de suplantar o autor da pole, o estreante Alex Lynn, com Bird a colocar-se na frente de Vergne na luta pelo terceiro lugar. Pouco depois, na volta nove, suplantou Lynn, o seu colega de equipa, e na volta 16 realizou uma ultrapassagem musculada a Abt, por dentro na curva 6, assumindo a liderança da corrida. Bird e Vergne foram à boxe na mesma volta, com o piloto da DS Virgin a manter a margem até ver a bandeira de xadrez, assegurando assim o primeiro triunfo da época.
Grande recuperação fez Stephane Sarrazin, de 11º na grelha, até ao terceiro lugar, aproveitando uma desatenção de Abt, que saiu largo na curva 6. O perseguidor do líder do campeonato, Lucas di Grassi, também realizou uma boa recuperação, de 10º na grelha, mas a uma volta do fim não conseguiu evitar um toque no monolugar do seu companheiro de equipa, quando este saiu largo, com Abt a ter que abandonar.
O quarto lugar de Di Grassi permitiu-lhe colocar em 20 pontos a diferença para o líder do campeonato, Sebastien Buemi, que este fim de semana corre no WEC no Nurburgring, e ainda tem a corrida de amanhã para recuperar ainda mais. A corrida foi um pesadelo para a Mahindra, pois quando se defendia de di Grassi na luta pelo quinto lugar, Felix Rosenqvist fez um pião na curva 2 e partiu a asa traseira com um toque nas barreiras. Teve que ir às boxes reparar a peça.
Já Nick Heidfeld, depois de ter perdido quatro posições na troca de carro, viu a suspensão do seu monolugar ceder depois duma passagem mais forte sobre um corretor, tendo que parar em pista o que levou à entrada de Bruno Correia, ou seja do Safety Car, em pista.
Loic Duval foi quinto na frente de Oliver Turvey, o estreante Pierre Gasly foi sétimo, depois de recuperar da última linha da grelha, batendo o seu colega de equipa, Nicolas Prost. Robin Frijns, colega de equipa de Félix da Costa, nono para a Andretti, com Adam Carroll a completar o top 10. Depois de surpreender com a pole-position, Alex Lynn não teve andamento na corrida, e foi caindo na classificação, até que um problema com a transmissão o fez parar de vez. Maro Engel fez a volta mais rápida e somou um ponto.

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António Jordão
15 Julho, 2017 at 23:03
Esta reportagem é (bastante), tendênciosa. É certo que o Formiga é um bom piloto. Ponto. Mas falta-lhe aquele “toque” que faz a diferença. Podem-me dizer que é o carro que aceito! Agora dizerem que fez uma “boa recuperação”… essa não! Vejamos, dos pilotos que ficaram atrás dele apenas um não foi por desistência. Todos os outros foram por toques. Assim, ficou em penúltimo!Não sejamos…chauvinistas!
[email protected]
16 Julho, 2017 at 0:43
e foi batido pelo companheiro de equipa… logo, só pode ser encarada como uma má corrida.
Pity
16 Julho, 2017 at 9:43
Meus amigos, o AFC fez um bom arranque, estava a fazer uma boa recuperação, sim, mas tocou-se com um adversário, sendo obrigado a ir à box, aproveitando para trocar de carro, mas, sem o safety car, possivelmente não teria energia suficiente para terminar a corrida, visto que a troca de carro aconteceu antes de meio da prova. Sem esse toque, e devido aos incidentes na parte final da corrida, teria pontuado. Mas isso são os tais “ses” que não levam a lado nenhum.