Fórmula E, Pascal Wehrlein: “Voltámos a ser uma equipa”
Pascal Wehrlein considera que a Porsche recuperou a coesão interna após a saída de António Félix da Costa e a entrada de Nico Müller como novo companheiro de equipa. O piloto alemão descreve um ambiente substancialmente diferente face à época anterior, marcada por tensões internas.
Wehrlein e Félix da Costa partilharam a estrutura da Porsche durante três temporadas, mas a relação deteriorou-se de forma evidente no arranque da 11.ª época do campeonato, durante o E-Prix de São Paulo. Um incidente na parada de pilotos precipitou o afastamento entre ambos, criando um clima de fricção dentro da equipa sediada em Weissach.
A situação agravou-se ao longo do ano, nomeadamente após um episódio em pista, durante uma sessão de treinos em Berlim. Num contexto em que Wehrlein assumia um estatuto de principal referência da estrutura alemã, a saída de Félix da Costa no final da temporada tornou-se expectável. O piloto português rumou à Jaguar, enquanto Müller transitou da Andretti para integrar a formação oficial da Porsche.
Com a nova dupla, o ambiente interno terá mudado significativamente. Wehrlein sublinha a maior sintonia e espírito de colaboração, fatores que considera determinantes para o desempenho coletivo.
Em declarações ao RacingNews365, Pascal Wehrlein traçou o contraste com a época passada:
“É um ambiente muito diferente em comparação com a temporada anterior. Obviamente, sente-se que voltámos a ser uma equipa, onde todos trabalham em conjunto e partilham as suas ideias — mantendo tudo dentro da organização e não fora dela — o que é sempre fundamental para que a equipa avance na mesma direcção e com total abertura.
E, claro, ter o Nico como companheiro de equipa é muito positivo. Não vivemos longe um do outro, damos-nos muito bem. Estamos em fases semelhantes da vida familiar — ambos somos pais há pouco tempo. Diria que as nossas personalidades também são muito parecidas em vários aspetos.
Foi um início de temporada agradável, e também um bom começo para ele, o que era importante — integrar-se rapidamente na equipa e neste ambiente, criar ligação com as pessoas e perceber o que precisa do carro e aquilo que pensa.”
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Pity
2 Março, 2026 at 16:16
Pois… e a culpa era de quem? Tanto quanto me lembro, o AFC nunca teve problemas com nenhum dos outros colegas de equipa.
917/30
3 Março, 2026 at 21:57
Este deve gostar de colegas de equipas “mansos”, o António não o é!