Jean-Éric Vergne não ficou agradado com a estratégia da equipa. Segundo o piloto francês as hesitações custaram um bom resultado.
Mais uma vez a DS Techeetah não esteve bem na qualificação, mas compensou isso com um excelente andamento em corrida, com Vergne e Félix da Costa a trabalharem em conjunto. Mas a certo ponto foi preciso tomar opções a equipa pediu aos pilotos para trocarem por duas vezes, deixando Sebastien Buemi escapar. Vergne não ficou agradado com a forma como a equipa lidou com a situação:
“Ficou claro que a equipa esperou demasiado por uma solução e o António ganhou muito mais energia do que eu. Pelo menos ele marcou bons pontos para a equipa, mas para mim claramente não foi a melhor estratégia”.
Félix da Costa preferiu realçar o bom trabalho de equipa feito pelo duo da equipa francesa:
“Eu e JEV trabalhamos bem na recuperação”, disse ele. “Aproveitamos bem o cone de ar um do outro. Tudo foi planeado. Estávamos em contato, obviamente não é diretamente, mas com os engenheiros – e sabíamos exatamente o que todos estavam a fazer. Tomamos notas exatas juntas e, portanto, nossa corrida foi muito bem planeada”.
Já Mark Preston diretor da equipa admitiu que não tem sido fácil lidar com dois pilotos com o mesmo ritmo competitivo:
“É difícil. Temos dois pilotos que estão muito próximos. Obviamente, algumas coisas não funcionaram como queríamos em Santiago. Estamos a tentar descobrir qual é a melhor maneira de executar o plano. Na F1 ou noutras categorias, temos estratégias com pneus diferentes. Na Fórmula E, acabamos por ter a mesma estratégia. Eles estavam a experimentar o que deveríamos fazer para o futuro. Eu não acho que poderíamos ter vencido, mas certamente poderíamos ter os dois no pódio.”











