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CPV, Miguel Cristóvão: “Fomos os melhores da nossa classe” | AutoSport

CPV, Miguel Cristóvão: “Fomos os melhores da nossa classe”

Por a 21 Novembro 2022 17:31

Miguel Cristóvão conquistou com Francisco Carvalho o título do CPV em GT4 Bronze. Uma época por vezes atribulada mas que no final deu o tão desejado título à dupla portuguesa.

O piloto de Lisboa e o seu colega de equipa, Francisco Carvalho, chegaram ao derradeiro evento dependentes apenas de si próprios . O duo da McLaren 570S GT4 da Araújo Competição esteve imparável vencendo à geral, apesar de uma pista difícil, depois de a chuva ter molhado o asfalto, mas que foi secando ao longo dos quarenta e cinco minutos de prova.

O primeiro passo rumo aos títulos estava dado, mas era preciso ainda disputar a segunda corrida do fim-de-semana e selar os títulos.

Sem a necessidade de ter de ficar à frente dos seus rivais, Miguel Cristóvão e Francisco Carvalho tinham como estratégia realizar uma prova sem riscos. No entanto, as incidências das corridas levaram a que o duo assinasse mais uma prestação notável, apesar de algumas contrariedades, vencendo a sua classe e conquistando os títulos do Campeonato de Portugal de Velocidade e do Supercars Endurance ambos na classe GT4 Bronze.

“Sabíamos que dependíamos apenas de nós e, depois da vitória de sábado, na corrida de domingo estávamos numa estratégia de não tomar riscos e terminar de modo a podermos ser campeões. No final, devido às contingências da corrida acabámos por vencer, mostrámos um ritmo forte, uma vez mais, muito embora no final, algumas contrariedades tenham obrigado ao Francisco a rodar mais devagar. No entanto, nem assim deixámos de triunfar”, apontou o piloto de Lisboa.

Com os resultados deste fim-de-semana Miguel Cristóvão soma o seu quinto título em quatro anos – GT4 South European Series (2019) Ultimate Cup Series – LMP3 (2020 e 2021) e Campeonato de Portugal de Velocidade e Supercars Endurance, ambas na classe GT4 Bronze (2022).

O português sublinha a conquista dos ceptros, numa temporada muito complicada, mas que com a resiliência da Araújo Competição e dos seus pilotos foi possível contrariar as dificuldades que foram surgindo.

“Foi uma época muito complicada, com contrariedades que poderiam ter esmorecido alguns. Trabalhámos sempre para suplantar os problemas e conseguimo-lo como demonstra o desfecho dos dois campeonatos perante adversários muito fortes. O Francisco esteve num nível elevadíssimo e a Araújo esteve sempre disponível para suplantar as contrariedades que iam surgindo. Penso que, todos juntos, estivemos muito fortes e fomos os melhores da nossa classe. Para mim, pessoalmente, foi o meu quinto título em quatro anos, o que demonstra estou num bom momento da minha carreira e, sobretudo, muito consistente. Não quero deixar de agradecer aos meus patrocinadores que foram determinantes para este projecto e, claro, para estes títulos”, concluiu Miguel Cristóvão.

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