24 Horas de Daytona, Filipe Albuquerque: “Este segundo lugar é para nós uma vitória…”
Faltavam apenas cinco minutos para o final das 24h de Daytona. Filipe Albuquerque estava na frente depois de um excelente trabalho desenvolvido ao longo de 24 horas por si, por João Barbosa e Christian Fittipaldi, quando o adversário em segundo lugar, por sinal anglo-americano, a correr em casa e numa ânsia desmedida para vencer, dá um toque pouco ortodoxo na traseira do Cadillac do piloto português e o leva a um pião. O piloto português perde o primeiro lugar, retoma a prova, mas ao contrário do que seria expectável não houve penalização por parte da direção de corrida e o trio luso-brasileiro teve de se contentar com o segundo lugar final. Uma posição que não espelha a performance de Filipe Albuquerque sempre que se sentou ao volante do novo Cadillac da Action Express Racing.
Um desfecho inglório e pouco aceitável depois de uma prova extraordinária onde conseguiu mesmo ser o mais rápido em pista. No final da prova Filipe não escondia a insatisfação pela falta de ‘fair-play’ dos seus adversários: “Não foi um derrota porque no meu modo de ver a competição, não é assim que se fazem ultrapassagens. Foi um toque intencional, a direção de prova não entendeu assim. Mas toda a gente viu o que aconteceu. O espectáculo das 24h de Daytona acabou por ficar manchado ao cair do pano. É pena. Assim, este segundo lugar é para nós uma vitória. Tenho o sentimento de dever cumprido. Fizemos uma corrida exímia e sem erros. Não há muitas mais palavras depois do que aconteceu. Estamos tristes mas cientes que em pista fomos melhores, muito melhores”, disse Filipe Albuquerque.
Para que não restem dúvidas do trabalho de Albuquerque e das suas gigantes qualidades, o piloto português fez a volta mais rápida da prova com 1.36.269.
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Frenando_Afondo™
29 Janeiro, 2017 at 22:20
Enfim, fosse americano e se calhar estava tudo em polvorosa, como foi o tuga, no problem, até podiam ter-lhe furado os 4 pneus que a direcção de corrida fechava os olhos.
Rukyman
30 Janeiro, 2017 at 11:04
O toque não é por trás nem na traseira. O toque é lateral.
O Americano fez aquilo que na gíria automobilística, se chama de uma valente calçadeira e deveria ter sido penalizado.
Aliás, a cara, o desespero e inclusivamente o choro do pai Taylor é a prova provada que este sabia que o seu filho tinha borrado a pintura de uma boa prova que vinham a fazer.
Mas daí a dizer que o toque é por trás, vai uma longa distância.
Se fosse por trás, não havia dúvidas. Penalização pela certa!
Faltavam 5 minutos para terminar, é a mais importante prova do calendário americano e qualquer piloto que se prese, tem de tentar.
Podia dar, mas não deu.
Felizmente para ele, os comissários deixaram passar.
Não acredito que tenha sido pelo facto de se tratar de um piloto americano.
Acredito que tenha sido uma enorme frustração para a equipa do João Barbosa e para o Filipe em particular, mas como se costuma dizer – “that’s racing”.
Vejam o BTCC e digam-me se aí os comissários não são ainda mais permissivos.