Dakar: Dureza do percurso pode baralhar ‘contas’

Por a 3 Janeiro 2018 12:46

Com o Dakar 2018 à porta, antever o que pode ser este ano o decorrer do evento é uma tarefa ainda mais subjetiva que anteriormente, já que a dureza do percurso não ‘escolhe’ quem afeta mais. Mais do que nunca, um roda meio metro mais para um lado ou para o outro pode fazer toda a diferença…

Antever o que pode este Dakar pode ser complicado. Esquecendo o percurso, simplesmente diríamos que a Peugeot é claramente a favorita, ainda que os regulamentos penalizem este ano um pouco mais os buggy e atenuem também um pouco os 4X4. Decifrando o que isto significa, diremos que a Peugeot dificilmente exercerá um domínio tão evidente como, por exemplo, o ano passado, não só porque os MINI estão mais competitivos, mas também as Toyota Hilux oficiais.

Stéphane Peterhansel venceu quatro em nove edições disputadas na América do Sul, nos três anos após o regresso, os Peugeot venceram duas vezes. Com isto queremos dizer que seja em que condições for, é um nome que forçosamente se tem de destacar de todos os outros.

Mas a ‘anunciada’ dureza da prova pode baralhar por completo as contas, pois nunca se sabe a quem pode ‘tocar’ o azar ou a sorte. Esquecendo os possíveis erros de navegação, problemas mecânicos, ou acidentes, a prova este ano é tão dura que ninguém deverá escapar de problemas, e por isso a questão passa por saber quem vai perder mais com esses ‘azares’. E isso é algo impossível de antever…

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Um comentário

  1. João Pereira

    3 Janeiro, 2018 at 15:04

    O artigo “esqueceu” que a X-raid apresenta MINI’s para todos os gostos, ou seja: aparece em duas frentes, Buggys e 4 rodas motrizes. De qualquer forma, creio que a prova continua “feita” para favorecer os Buggys, e dada a pouca experiência da X-Raid neste tipo de carro e a juventude do mesmo, o mesmo será dizer que a ASO decidiu manter alguma vantagem da Peugeot no seu ano de despedida.
    Malditos franceses e o seu chauvinismo.
    O que me arrelia é a Toyota continuar a alinhar com os V8 a gasolina, em mais uma (enésima) tentativa desesperada para… perder a prova até para os MINI AWD, numa prova que começa logo em areia, muita areia nos primeiro 5 dias, que favorece claramente o elevado binário dos turbodiesel em baixa rotação, em comparação com os gasolina atmosféricos, mesmo que sejam V8 5.0. Esta opção da Toyota, é ainda mais ridícula, se pensarmos que usam uma pick-up, cujo mercado deve ser maioritariamente turbodiesel mesmo em termos mundiais (por enquanto), e a Hilux nem sequer existe com V8 a gasolina, o que acaba por fazer dela um verdadeiro protótipo… descabido.
    Enfim! A Toyota gosta mesmo de perder em todos as frentes da competição automóvel, excepto nos ralis e na NASCAR, mas nesta última, como não pode escolher a tecnologia, nem sequer no motor, de vez em quando é “obrigada” a vencer.

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