O WRC vai mudar para combustível 100% sustentável a partir de 2022. Ao mesmo tempo que os novos Rally1 vão ter uma “unidade motriz” nova, híbrida, será introduzido também o novo combustível. O Conselho Mundial da FIA aprovou a P1 Racing Fuels como fornecedor exclusivo para a competição, num acordo até 2024. O combustível será à base de hidrocarbonetos não fósseis, com uma mistura de componentes sintéticos e biocombustíveis.
Será o primeiro do seu género a ser utilizado numa competição mundial FIA.
O objetivo de selecionar um fornecedor de combustível sustentável é permitir à FIA e ao Promotor do WRC complementar a introdução de tecnologia híbrida para os novos Rally1, com um combustível que utiliza materiais de fonte sustentável, assegurando dessa forma uma redução acentuada nas emissões de CO2, mantendo, no entanto as mesmas características de desempenho, e o preço mais próximo possível do combustível atual.
A P1 Racing Fuels foi escolhida porque apresentou uma percentagem de elementos sustentáveis em conformidade com as normas da FIA no combustível proposto, uma boa compatibilidade “drop-in” do combustível, com as especificações técnicas existentes no WRC, e um custo por litro para os concorrentes mais apelativo. Para Martin Popilka, CEO da P1 Racing Fuels: “O desporto automóvel há muito que é uma ‘arena’ onde nascem inovações que moldam o futuro da mobilidade. É por isso que a P1 Fuels se orgulha especialmente de trazer o primeiro combustível totalmente renovável para o WRC.
A nossa formulação é produto de quatro anos de investigação e inovação, representando uma estreia no mundo da tecnologia das corridas, mas também, um passo importante para motores neutros em carbono como parte do futuro da mobilidade sustentável.
Fornecer um combustível inovador, sustentável e económico disponível à escala é não só excitante para o mundo do desporto automóvel, mas também para o mundo do automobilismo, um sinal promissor de que o futuro dos automóveis de produção neutra em carbono é agora um passo mais próximo da realidade”.













Mais uma coisa para encarecer o desporto automóvel. Estas políticas da treta estão a acabar com as corridas.
Esses dislikes só podem ser de quem nunca sentou o rabo num carro de competição. Acham mesmo que combustíveis “sintéticos” sao menos poluentes que o petróleo que é carbono sim, mas algo vindo da natureza. Sabem quanto custa o litro de combustível sintético? Não, pois ai tá o problema. Vamos passar dentro de poucos anos apenas corridas dos construtores e os privados nem o hipóteses vão ter. Essa é a realidade e desporto automóvel não é só F1
Mas porquê caramba estão a matar o desporto automóvel e nós fãs estamos a deixá-los fazer o que querem
Todas as alternativas aos carros elétricos são bem vidas
Estando a entrar nos 60 dentro de 4 meses (911, como eu adoro este número), o que mais me indigna não são os combustíveis sintéticos, que todos queremos ver desenvolvidos, de forma a podermos usar futuramente nos nossos clássicos (aquilo que eu chamo carros a sério), e torná-los mais baratos de forma a podermos utilizá-los sem ser própriamente um luxo inacessível. Até suporto o sistema hybrido, que me parece muito penalizador devido ao acréscimo de peso, que de forma alguma será compensado pelo acréscimo de potência que pode ser usado apenas por alguns segundos de cada vez. Afinal, parece que… Ler mais »