A história do Mundial de Ralis é rica a muitos níveis e este gráfico é interessantíssimo para perceber alguns detalhes.
Nos primeiros tempos, foi um francês, Jean-Luc Thérier a dar cartas, depressa os suecos chegaram ao trono, por intermédio de Bjorn Waldegaard e Stig Blomqvist, mas em 1980 já os finlandeses tomavam de assalto o ‘poder’.
Numa questão de meses, Hannu Mikkola, Markku Alen e Ari Vatanen colocaram-se nos três primeiros lugares, estávamos em outubro de 1981.
Só em 1988, Alen desalojou Mikkola do topo, e foi por esta altura que ‘nasceu’ um espanhol que rapidamente começou a subir no ranking: Carlos Sainz.
Com a subida de Juha Kankkunen, a Finlândia tinha em agosto de 1993 quatro pilotos nos quatro primeiros lugares, e só em setembro de 1999 deixou de haver quatro finlandeses na frente, quando Carlos Sainz passou Ari Vatanen.
O WRC ia-se renovando muito rapidamente, pelo meio da tabela já andavam nomes que fizeram grande história, como Colin McRae, Tommi Makinen ou Marcus Gronholm.
É aqui que surge Sébastien Loeb, que em 2006 galga posições a um ritmo incrível. Em janeiro de 2006 entrou para a 14ª posição, chegando ao topo da tabela em fevereiro de 2012, passando Alen, que já estava naquela lugar desde 1988.
Em outubro de 2015 foi a vez doutro francês, Sébastien Ogier, aparecer no top 15, e também ele galgou posições muito rapidamente, ainda que com ralis bem mais curtos, não tenha passado da sétima posição.
Desta forma, Sébastien Loeb é o piloto mais vitorioso em especiais da história do WRC, seguido de Markku Alen, com Carlos Sainz no pódio. Uma forma muito engraçada de contar a história do WRC, pois este é um item que também muito ‘diz’ aos adeptos, a rapidez em troços.











