Bruno Magalhães suspenso por seis meses
O Conselho de disciplina da FPAK já se pronunciou com a publicação do acórdão relativo ao caso de Bruno Magalhães no Rali vinho Madeira, com o piloto de Lisboa a ser penalizado por seis meses, enquanto o seu navegador, Hugo Magalhães, foi sancionado com uma pena de repreensão registada. Recorde-se que ambos estavam suspensos preventivamente desde agosto, sendo que a FPAK levantou a suspensão a Hugo Magalhães, de modo a que este não ficasse sem o seu ‘ganha-pão’. Assim sendo, e tendo em conta que se terá de descontar o tempo de suspensão preventiva já cumprido, faltarão quaquer coisa como dois meses a cumprir para Bruno Magalhães. Eis o link para a decisão, que pode ler na íntegra: CLIQUE AQUI
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João Pereira
15 Dezembro, 2016 at 12:15
Se não houve danos no carro, nada justifica o comportamento do piloto, para mais com a experiência do Bruno Magalhães. Foi piegas, e talvez convencido de algum “vedetismo”, por já ter andado “lá fora”, ao contrário dos outros participantes.
Pessoalmente, considero agravantes, aquilo que a FPAK considera atenuantes, à excepção da não existência de incidentes anteriores. Alguma brandura no castigo, mas de qualquer forma fica o exemplo.
miguelgaspar
15 Dezembro, 2016 at 15:53
Pronto… a partir de hoje já sabemos que podemos colocar pedras na estrada para prejudicar quem bem entendermos… o piloto não pode parar e alegar falta de segurança, senão fica seis meses apiado. Grande tiro no pé.
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16 Dezembro, 2016 at 10:33
Num rali em que esta situação (pedras na estrada) é recorrente,opta-se por penalizar o piloto, como escreve o Miguelgaspar, assim já sabemos que podemos “lixar” o piloto que quisermos. Mais uma fantástica decisão da FPAK no seguimento de continuar a destruir o desporto automóvel em Portugal.
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16 Dezembro, 2016 at 15:16
A mim parece me que houve alguém com medo de perder a posição classificativa em que seguia tentou atrasar o concorrente seguinte, pois quantas vezes são feitos os reconhecimentos num dia e no dia da prova aparece algo que não estava nas notas.Para dizer o quê? O desporto motorizado é um desporto de riscos, quem faz este tipo de desporto sabe minimamente os riscos que corre especialmente em caso de acidente, que ninguém deseja. Pois é minha opinião como adepto é que quantos mais viaturas em competição tanto melhor, mais o publico pode ver os pilotos e viaturas em acção, portanto não foi certamente o (verdadeiro) publico que colocou o a dita pedra, salvo algum demente é claro, portanto o piloto deveria ter acabado a PEC e as condições seriam iguais para todos. o desporto mexe com muito dinheiro e este não é excepção, há muito em jogo, a classificação, os patrocinios actuais e num futuro proximo e talvez leve a actos poderiam não acontecer.