TT Elétrico: Extreme E Series arranca em 2021

Por a 31 Janeiro 2019 16:51

Denomina-se Extreme E Series, tem como data de lançamento 2021 e trata-se de uma competição realizada com SUV 4X4 elétricos. É um novo conceito radical de desporto e entretenimento, que irá correr pelos ambientes mais inóspitos do mundo para demonstrar o desempenho dos SUV elétricos em condições climáticas extremas, ao mesmo tempo que destaca o impacto que as alterações climáticas têm sobre esses ecossistemas.

O Extreme E, a Fórmula E do Todo o Terreno, e mais uma competição pioneira, foi hoje anunciada por Gil de Ferran e pelo empresário Alejandro Agag.

Com início previsto para janeiro de 2021, os cinco eventos serão realizados em locais de beleza natural, que estão sob ameaça de mudanças climáticas e outros desafios, como – o Ártico, os Himalaias, o deserto do Saara, a floresta amazónica e as ilhas do Oceano Índico.
A competição pretende demonstrar o desempenho dos SUV elétricos de corrida nestes terrenos e condições difíceis, sendo a ideia a sensibilização global para as questões específicas que cada ambiente enfrenta, como o derretimento das calotas polares, a deflorestação, desertificação, o recuo dos glaciares, a poluição plástica e a subida do nível do mar.

Procurando estabelecer novos padrões nas transmissões desportivas, o Extreme E será realizado como uma série de TV ‘documentário-desportivo’ inédita, que será produzida pelo cineasta vencedor de um Óscar, Fisher Stevens.

Segundo o presidente do Extreme E, Gil de Ferran: “Este é um projeto extremamente empolgante. O Extreme E oferece um conceito único de desporto, aventura e entretenimento, que nunca foi visto ou feito antes. Os espetadores podem esperar uma forma completamente nova de ‘consumir’ desporto, com cada episódio a contar não só a história de uma corrida, mas também a corrida mais vasta, que passa pela sensibilização e a necessidade de proteger estes ambientes remotos e desafiantes a serem explorados pelo Extreme E.”.

O formato da competição é simples e passa por dois grupos de seis equipas, com os quatro primeiros a progredir para a fase de ‘shootout’, com cada equipa a lutar frente a frente para ganhar um lugar na final.
As etapas de todo o terreno terão cerca de 6-10 km de extensão, com uma série de portões virtuais (como se fossem waypoints) para serem passados pelos pilotos, isto em locais com uma mistura de calor e humidade extremos, alta altitude e temperaturas abaixo de zero.

Já o fundador e CEO da Fórmula E, Alejandro Agag: “Sempre fui apaixonado pelo progresso da tecnologia de veículos elétricos e pelo impacto que as soluções de mobilidade mais limpa podem ter nos esforços para deter a mudança climática global. Acredito firmemente que o Extreme E pode ajudar a tornar o mundo mais sustentável”

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jalentejo
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jalentejo

Etapas com 6-10 kms??? Mas será trial ou TT?

pedro_speed
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pedro_speed

Concordo inteiramente com a mudança de paradigma para a mobilidade elétrica ou outra que não polua, por exemplo veículos com motor a hidrogénio, etc.

Mas nesta notícia, há um pormenor que me chama a atenção. Este Alejandro Agag está a transformar-se no próximo Bernie Eclestone …

Scb
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Scb

Já há muitos anos que existem provas assim com veiculos todo terreno elétricos a fazerem alguns km’s. No meu tempo chamava se carros telecomandandos, depois passou a modelismo. Agora é extreme?

E vão enfiar geradores a diesel no artico e na amazonia para carregar as baterias? Ecológico sem dúvida.
Carro elétrico sim sr, mas metam um carro eletrico a fazer uma prova 24h e depois brinquem com outras coisas.

pedrososport-1
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pedrososport-1

Concordo consigo!

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